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Quando o Judiciário decide com base em
um fato cientificamente impossível, o que resta da justiça?
Uma obra jurídica, científica e constitucional que revela como um erro
investigativo pode produzir décadas de decisões judiciais materialmente injustas.
Esta obra reconstrói, com rigor documental, jurídico e médico-legal, a morte de um
servidor público ocorrida em ambiente militar, analisando criticamente a investigação
oficial conduzida por meio de Inquérito Policial Militar (IPM).
A conclusão administrativa de suicídio — aceita por décadas como verdade jurídica — é
confrontada à luz de:
exames necroscópicos
análise balística
fisiopatologia do trauma
doutrina médico-legal
jurisprudência constitucional
O livro demonstra que essa conclusão se sustenta sobre um erro de premissa fática,
decorrente de:
omissões periciais relevantes
ausência de reconstrução técnica
incompatibilidades científicas objetivas
Mais do que um caso individual, a obra revela um problema estrutural: o risco de
formação de coisa julgada baseada em premissas factuais falsas.
No plano jurídico, sustenta-se que:
o IPM não possui valor probatório vinculante
a prescrição não pode proteger o Estado diante de erro investigativo
o direito à verdade e à memória possui dimensão constitucional e internacional
Trata-se de um estudo que conecta:
Direito Constitucional
Processo Civil
Medicina Legal
Direitos Humanos
Direito Comparado
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